"Suava, tremia.
-Socorro! Acudam-me! Guanes! Rostabal!
Quem lhe podia valer?
Cambaleou até à fonte.
Mas a água não apagava aquele lume.
Recuou, caiu para cima da relva. Tentou levantar-se.
Então, com os olhos esbugalhados,berrou, compreendendo enfim a traição:
-É veneno!"
Soares, Luísa Ducla - Seis Contos de Eça de Queirós.
Lisboa: Ed. Terramar, 2007, p.24.
Eu gostei desta excerto porque foi bizarra a morte de Rostabal.
O crime não compensa!...
Recolha e comentário de Paulo Ferreira
* Obra do acervo da Biblioteca desta escola
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
"O Tesouro", versão recontada IV
"Anoiteceu.Um bando negro de corvos grasnava.
Os três irmaõs jaziam mortos.O primeiro entre os silvados, o segundo na fonte,o terceiro,sobre a erva.
O tesouro ainda lá está,na espessura da mata."
Soares, Luísa Ducla-Seis contos de Eça de Queirós.
Lisboa:Ed.Terramar, 2007,p.24.
Eu gostei deste excerto do conto porque todos os três tiveram o castigo merecido!...
Recolha e comentário de José António Ferreira
* Obra do acervo da Biblioteca desta escola
Os três irmaõs jaziam mortos.O primeiro entre os silvados, o segundo na fonte,o terceiro,sobre a erva.
O tesouro ainda lá está,na espessura da mata."
Soares, Luísa Ducla-Seis contos de Eça de Queirós.
Lisboa:Ed.Terramar, 2007,p.24.
Eu gostei deste excerto do conto porque todos os três tiveram o castigo merecido!...
Recolha e comentário de José António Ferreira
* Obra do acervo da Biblioteca desta escola
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Morte
domingo, 26 de abril de 2009
"D. Quixote de la Mancha", Miguel de Cervantes
Da aridez desta terra desgraçada,
E dos castelos pelo chão lançados,
As santas almas de três mil soldados
Subiram vivas a melhor morada!
Mui grande valentia exercitada
Foi aqui por seus braços esforçados,
Mas afinal já poucos e cansados,
Todos morreram vítimas da espada!
É neste o solo, aonde padeceram
Tristes sucessos as hespanas gentes
No actual século, e nos que já correram.
Mas jamais foram dele aos céus luzentes
Almas tão santas, nem jamais desceram
Ao seio seu uns corpos tão valentes!
Cervantes,Miguel de - D. Quixote de la Mancha. Lisboa: Público, 2004, p.309
Recolha de Fernando Silva
*Obra do acervo da Biblioteca desta Escola
E dos castelos pelo chão lançados,
As santas almas de três mil soldados
Subiram vivas a melhor morada!
Mui grande valentia exercitada
Foi aqui por seus braços esforçados,
Mas afinal já poucos e cansados,
Todos morreram vítimas da espada!
É neste o solo, aonde padeceram
Tristes sucessos as hespanas gentes
No actual século, e nos que já correram.
Mas jamais foram dele aos céus luzentes
Almas tão santas, nem jamais desceram
Ao seio seu uns corpos tão valentes!
Cervantes,Miguel de - D. Quixote de la Mancha. Lisboa: Público, 2004, p.309
Recolha de Fernando Silva
*Obra do acervo da Biblioteca desta Escola
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